UCS

Unidade de Créditos de Sustentabilidade (UCS): por que é importante?

É conhecimento comum que todos devemos colaborar para um mundo mais sustentável e preservado, diante os prejuízos que a poluição faz para o meio ambiente. Uma boa iniciativa é o mercado de carbono, por isso vamos explicar suas vantagens e como este funciona.

A sustentabilidade é um dever de todos, de modo que não pertence somente ao Estado tomar atitudes para melhorar o mundo. A iniciativa privada também deve fazer sua parte, por exemplo, por meio de unidades de créditos de sustentabilidade – UCS.

Saiba mais sobre as Unidades de Crédito de Sustentabilidade e suas vantagens.

Conheça a ESG e seus impactos das emissões de carbono.

Como funciona o efeito estufa?

A emissão de carbono é uma das principais formas de poluição, isto é, o lançamento de gases causadores do efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2), popularmente conhecido como gás carbônico, e metano (CH4).

O efeito estufa causa a retenção de raios solares no planeta, fazendo que este se torne cada vez mais quente, o que é um fenômeno natural do meio ambiente. No entanto, o excesso de gases aumenta a temperatura a níveis alarmantes.

Diversas atividades econômicas emitem gases carbono, como fábricas, agronegócios e indústria petroquímica.

No entanto, existem formas de evitar, ou ao menos diminuir os efeitos dos gases poluentes:

COP 15

O COP15, que resultou no Acordo de Paris, deixou uma mensagem muito clara, que a sustentabilidade é um dever de todos, não só de Estados, devendo também a iniciativa privada fazer a sua parte.

Desta forma, foi criado o Marco Global da Biodiversidade – GBF, que propôs 23 metas para um mundo mais sustentável, como a proteção de 30% das áreas marinhas e terrestres até 2030.

A redução dos gases tem relação direta com o Acordo de Paris, assinado em 2015, onde cada país concordou em uma determina Contribuição Nacionalmente Determinada.

O Brasil se comprometeu pela redução de 37% de suas emissões até 2025 e 43% até 2030, em comparação com as de 2005.

Dessa forma, foram tomadas duas estratégias: políticas de “comando e controle”, que se trata de regulação estatal; e por meio de instrumentos econômicos, como subsídios e incentivos como precificação do carbono e Unidade de Crédito de Sustentabilidade.

O que são Unidades de Crédito de Sustentabilidade – UCS

Desta forma, as Unidades de Crédito Sustentável são uma solução para melhorar os níveis de proteção e restauração do meio ambiente com o auxílio da iniciativa privada.

Também chamados de crédito de biodiversidade, são um classe nova de ativos para promove a sustentabilidade por parte de empresas, incentivando, por exemplo, o investimento de energias renováveis e restauração de ecossistemas.

Trata-se, na verdade, de uma tendência do setor financeiro, afinal, o mercado está cada vez mais preocupado com o desenvolvimento sustentável.

Por exemplo, segundo pesquisa, 87% dos consumidores preferem consumir de empresas sustentáveis.

Vantagens das UCS

As UCS oferecem muitas vantagens não só para o meio ambiente, mas também para as empresas em geral.

Adotando práticas sustentáveis, têm um retorno financeiro, como compensação financeira, melhores garantias em linhas de crédito, taxa de juros reduzida.

Não só isto, ganha-se publicidade positiva e um melhor relacionamento com seus clientes, demonstrando que não se preocupa apenas com o lucro, mas tendo noção de que está inserida dentro de um meio social e ambiental.

Caso tenha dúvidas ou sugestões, entre em contato com a SGS Brasil.

ESG e seus impactos das emissões de carbono

ESG e seus impactos das emissões de carbono

Nos últimos anos, a sustentabilidade tem sido uma preocupação global, algo que tem influenciado nas ações e investimentos tanto de pessoas quanto de empresas. Afinal, os problemas ambientais impactam o mundo todo. Nesse cenário, as emissões de carbono têm sido um tema central no debate sobre as formas de produzir e consumir.

A sigla ESG, que está relacionada aos critérios ambientais, sociais e de governança, têm como uma nova categoria, investimentos que levam em consideração esses fatores, guiada pelo desenvolvimento sustentável. Já ouviu falar sobre essa sigla e quer saber mais detalhes sobre o assunto?

Continue a leitura e entenda!

O que é ESG?

ESG é a sigla para Environmental, Social and Governance ou Ambiental, Social e Governança (ESG), em português. Não é nenhuma novidade, já que foi criada em 1987 e citada pela primeira vez pelo Banco Mundial, no início de suas ações ambientais e sociais nas linhas de investimentos.

Contudo, o termo se tornou mais conhecido em janeiro de 2020, quando o presidente da BlackRock, a maior gestora de recursos do mundo, informou que deixou de incluir em sua carteira de investimentos as empresas que apresentam altos riscos ao planeta. Na data, o presidente afirmou que os riscos ambientais e climáticos também representam um risco financeiro.

Desde então, as empresas passaram a entender que a sustentabilidade também é uma estratégia financeira. Afinal, não há planeta reserva e os danos ambientais afetam todas as esferas da sociedade, incluindo o mercado de investimentos. É por isso que a sigla ESG nos fala sobre investimentos seguros, comprometidos com o desenvolvimento sustentável e que prezam a segurança a longo prazo.

ESG e os impactos nos negócios

Muitos investidores já perceberam que a sustentabilidade, as pessoas e também o mercado financeiro estão relacionados e devem ser compreendidos como um organismo que funciona em conjunto. Assim, as ações de proteção ambiental e a luta contra as desigualdades sociais são temas cada vez mais urgentes para a sociedade.

Nos negócios, há uma série de dados que reforçam a importância em aderir ao conceito da ESG. Uma pesquisa realizada pela EY em 2020 mostra que 98% dos investidores consideram a ESG ao tomar suas decisões de ampliação e manutenção da carteira de investimentos. 72% dessas pessoas fazem análises embasadas no desempenho da ESG.

Já pensando no consumo consciente, há uma série de pesquisas que apontam que a população brasileira prefere comprar de empresas socialmente e ambientalmente responsáveis. De acordo com a pesquisa Union + Webster em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), 87% dos brasileiros tem preferência em produtos e serviços de empresas sustentáveis. Inclusive, destes, 70% não se importa em pagar mais pelos produtos ou serviços, desde que seja um consumo consciente.

A redução das emissões de carbono e outras pautas ambientais são importantes não apenas para o futuro de toda a humanidade, mas também para os negócios e para o combate das desigualdades sociais.

A SGS te ajuda neste processo. Nossa empresa é líder mundial em inspeção, verificação, testes e certificação. clique aqui e entre em contato conosco.

ISO 14064: saiba mais sobre a responsabilidade e verificação de GEE

ISO 14064: saiba mais sobre a responsabilidade e verificação de GEE

O tema da sustentabilidade está se tornando cada vez mais importante na rotina de empresas de todos os tamanhos. Afinal, o mundo é um só e as estratégias para combater os danos causados pelas atividades humanas precisam ser coletivas.

Isso porque, em cidades do mundo inteiro, os impactos estão sendo grandes, e o objetivo é buscar soluções para reduzi-los e aplicar conceitos de sustentabilidade.

E isso importa e impacta diretamente a vida das empresas que precisam se adaptar a essa nova realidade. Por meio da ISO 14064, é possível implementar mudanças significativas no seu negócio.

Venha conferir tudo o que você precisa saber sobre o tema.

O que é a ISO 14064?

É uma diretriz pelas quais as empresas podem ser verificadas.

A ISO 14064 é uma norma técnica internacional, ou uma diretriz pelas quais as empresas podem ser verificadas, com o objetivo de monitorar as emissões de GEE de organizações de todos os portes que desejam ser reconhecidas pelo seu compromisso ambiental.

Trata-se de uma maneira de gerenciar as emissões para a empresa, além de demonstrar ao mercado a preocupação que o negócio tem com a sustentabilidade, garantindo que a sua empresa esteja alinhada com as boas práticas de combate à emissão de gases do efeito estufa.

A ISO 14064 é dividida em três partes:

  • Determina os princípios para a concepção e desenvolvimento de inventários em nível organizacional ou agências de GEE;
  • Detalha os requisitos para quantificar e gerar relatórios sobre a redução de emissões, além de pontuar sobre melhorias na redução de projetos de GEE;
  • Fornece as orientações e os requisitos para a validação. Aplica-se à quantificação, monitoramento e geração de projetos organizacionais.

Responsabilidade e verificação de GEE

A verificação da ISO 14064 é realizada por uma uma terceira parte, um organismo de certificação como a SGS, onde o objetivo é realizar uma auditoria externa e passar por uma avaliação, e então assegurar os dados para trazer mais confiança para partes interessadas no inventário publicado pela empresa.

A implementação da ISO 14064 acontece em duas etapas. Primeiro, ocorre a análise da documentação e dos recursos de um projeto para garantir que há como cumprir as metas estabelecidas de acordo com os critérios definidos. Esse passo é importante para deixar claro que a sua empresa possui um sistema de gestão de ponta para garantir que os relatórios gerados sejam confiáveis, justos e íntegros.

Na sequência, emite-se uma declaração de verificação após a análise dos critérios fornecidos pela ISO 14064. Esse documento atesta a confiabilidade dos dados gerados pela sua empresa.

Nesse sentido, o organismo validador sempre é imparcial, de modo a garantir que a sua empresa adeque-se às novas demandas por alternativas renováveis, ao passo que faz isso de maneira economicamente sustentável, com produtividade e geração de resultados concretos e confiáveis.

A implementação da ISO 14064 pode trazer grandes benefícios para a empresa, além de atuar na redução da emissão dos Gases do Efeito Estufa, de modo que os louros dos seus esforços possam ser reconhecidos e sentidos por toda a sociedade.

A SGS apoia empresas que querem transformar o mundo com sustentabilidade. Se a sua empresa quer ser sustentável, clique aqui e entre em contato conosco!

 

Todo Edifício Pode Ser Verde: saiba mais sobre o EDGE

Todo Edifício Pode Ser Verde: saiba mais sobre o EDGE

Um edifício mais verde aumenta a eficiência do uso de energia, água e materiais. Esse tipo de projeto preserva recursos e diminui os impactos negativos sobre a sociedade e o meio ambiente durante todo o ciclo de vida do prédio, desde a construção e operação até a reforma e demolição.

Os prédios com esse perfil operam de forma mais eficiente que os edifícios tradicionais. Eles podem promover menores custos, aumento da produtividade da equipe, melhora da avaliação financeira da empresa e contribuição para o compromisso com a sustentabilidade.

Por que optar por uma construção mais verde? 

O planeta precisa de ajuda e poder contar com estratégias que ajudem a atingir emissões líquidas zero até 2050, será fundamental para amenizar os piores impactos das mudanças climáticas. 

A sustentabilidade é um tema em foco no momento e por isso, os governos estão adotando alvos climáticos rigorosos e tornando a legislação nacional líquida zero. Atualmente, os edifícios geram 28% das emissões de GEE relacionadas à energia e consomem 40% da eletricidade em todo o mundo.

Portanto, definir uma estratégia de edifícios verdes é uma ação importante do objetivo geral de sustentabilidade de uma empresa. Os edifícios contribuem com 37% do consumo mundial de energia e para mais de um terço de todas as emissões de gases do efeito estufa causados pelo homem. 

Elaborar um planejamento claro para a descarbonização de edifícios é essencial para alcançar o net zero.

Como podemos tornar cada edifício mais verde?

Este padrão de certificação desenvolvido pelo Banco Mundial, o EDGE é uma ferramenta que atua de forma estratégica, que tem como finalidade ajudar as empresas a conduzir a descarbonização de seus edifícios. 

Trata-se de uma plataforma gratuita usada para quantificar o impacto ambiental das operações de construção. Além disso,  identifica oportunidades de melhoria da eficiência e estima os custos de investimento associados necessários para fazer essas melhorias. O EDGE pode ser aplicado em edifícios novos e existentes, bem como a todos os tipos de edifícios.

Na ferramenta também há um banco de dados desenvolvido pelo IFC que calcula as bases locais para cada país ao redor do mundo. O App EDGE faz combinações de práticas locais da indústria, regulamentações locais, dados climáticos e custos de utilidade típicos.

Sobre a certificação EDGE 

A Certificação EDGE é baseada em três elementos: um aplicativo online gratuito, um padrão de construção verde e um sistema de certificação.

O padrão relacionado ao construção verde se concentra unicamente na eficiência de recursos. Sendo assim, é feita a avaliação de eficiência energética, a eficiência da água e a energia incorporada nos materiais de um edifício.

Um prédio para alcançar a norma EDGE, deve ser pelo menos 20% mais eficiente do que um edifício padrão naquela localidade nas três categorias. Ainda existem dois níveis adicionais: EDGE Avançado e EDGE Carbono Zero. 

Por exemplo, um prédio pode obter EDGE Avançado se a eficiência energética for melhorada em pelo menos 40%, além de uma melhoria de 20% nas outras duas categorias. Por se tratar de uma certificação de carbono zero operacional,  para obter a EDGE Carbono Zero, o edifício deve obter o EDGE Avançado e, depois, equilibrar a energia operacional com 100% renováveis no local ou fora do local. Outra alternativa é adquirir compensações de carbono para completar a 100%. Toda a energia deve ser contabilizada, incluindo o diesel e o GLP.

Quais são os benefícios de edifícios verdes certificados?

Os edifícios verdes que possuem certificação possuem as seguintes vantagens:

  • maior valor de venda e de revenda;
  • ciclos de vendas mais agilizados; 
  • menores custos operacionais;
  • taxas padrão de empréstimo mais baixas.

Parceria Sintali

Sintali é a parte Certificadora e a SGS a parte auditoria. As duas atuam em parceria (ou consorcio) para prover Certificação EDGE ao mercado. O objetivo é realizar uma revisão independente de terceira parte para revisar o projeto em relação ao padrão EDGE. A Sintali também emite certificados após uma decisão de certificação positiva para projetos individuais e portfólios de construção.

Atuação SGS

Nossos auditores credenciados fazem a revisão da documentação do projeto para a certificação preliminar e auditorias finais. A SGS fornece auditorias finais, incluindo revisão do projeto de documentos e uma inspeção visual no local do projeto. As auditorias da SGS podem ser realizadas em qualquer em qualquer país do mundo, para os locais de projeto e portfólios de construção contando com equipe técnica de suporte global. Clique aqui e entre em contato conosco e saiba mais.

Parceria entre SGS, Sintali e CBIC promovem o EDGE do Banco Mundial IFC.

Parceria entre SGS, Sintali e CBIC promovem o EDGE do Banco Mundial IFC.

A parceria entre SGS, Sintali e CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) possui a finalidade de promover o EDGE. Lançado pela Corporação Financeira Internacional (“IFC”), membro do Grupo Banco Mundial, o EDGE é um programa de certificação de edifícios verdes lançado 

Saiba sobre o EDGE

O objetivo do EDGE é ajudar proprietários e desenvolvedores a construir e projetar edifícios verdes, com pegada sustentável. 

O programa possui um software que pode ser usado gratuitamente, e que promove alternativas para melhorar a eficiência energética, a eficiência hídrica e a energia incorporada em materiais em pelo menos 20% comparando com uma construção local, que é o padrão mínimo para certificação EDGE.O cálculo do padrão local é baseado em códigos de construção, informações climáticas locais e práticas padrão da indústria para o país.

Conheça mais sobre o programa EDGE

O EDGE é baseado em alguns pilares como: um aplicativo na nuvem, um sistema de edifício verde e um formato de certificação.

O que diz respeito ao edifício verde tem como foco exclusivamente a eficiência de recursos. Dessa forma, é realizada a avaliação de eficiência energética, a eficiência da água e a energia incorporada nos materiais de um prédio.

Para conquistar a norma EDGE, um edifício deve ter eficiência 20% maior do que um edifício padrão no mesmo local nas três categorias. Além disso, há outros níveis como EDGE Avançado e EDGE Carbono Zero. 

O programa teve o apoio dos seguintes doadores: Áustria, Canadá, Dinamarca, ESMAP (Programa de Assistência à Gestão do Setor Energético), Finlândia, GEF (Fundo Global para o Meio Ambiente), Hungria, Japão, Suíça e União Europeia.

Sobre o consórcio SGS- Sintalli

Com o papel principal de provedor da certificação global EDGE, o consórcio Sintali-SGS atua como provedor da certificação global EDGE, atuando através de um contrato para serviços de certificação e auditoria EDGE. A SGS- Sintali disponibiliza um excelente serviço para clientes em diversos países. Com experiência em certificação e auditoria nacional e ao redor do mundo, a Sintali-SGS traz a experiência global para os mercados locais.

Através da parceria firmada, os membros da CBIC possuem descontos exclusivos para solicitar a certificação e auditoria EDGE e na capacitação na implementação de edifícios verdes.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) também assinou um documento de entendimento com o IFC para atuar de forma conjunta com o objetivo de promover o EDGE no governo e nas instituições de financiamento. 

Saiba sobre a CBIC

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção é envolvida nas questões relacionadas à Indústria da Construção e ao Mercado Imobiliário e representa o setor no Brasil e no exterior. A instituição também dissemina a integração da cadeia produtiva da construção nacionalmente, ajudando no crescimento econômico e social do país. 

Conheça a Sintali

Companhia independente, a Sintali mapeia o impacto ambiental das decisões, e ajuda as organizações a conduzir os processos para alcançar a Rede Zero. Com amplo conhecimento e experiência no desenvolvimento de padrões de construção verde e sustentabilidade corporativa, a Sintali atua com transparência e rigor no que diz respeito à sustentabilidade. 

Atuação SGS

Líder mundial em inspeções, verificações, testes e certificação, a SGS é reconhecida como referência nacional e internacionalmente em qualidade e integridade. Possui mais de 2.600 escritórios e laboratórios em todo o mundo, além de possuir uma excelente reputação pela independência, expertise e inovação na prestação de serviços focados na eficiência e redução de riscos. 

Clique aqui para entrar em contato conosco e saber mais sobre as nossas soluções em Sustentabilidade.

Sustentabilidade: quais as tendências para 2022

Sustentabilidade: quais as tendências para 2022

Uma empresa sustentável é aquela que se utiliza dos recursos naturais de forma responsável. Assim, o uso de hoje não afetará a disponibilidade desses recursos para as gerações futuras.

E, atualmente, ser um negócio sustentável é estar na vanguarda, é ser uma empresa bem vista pelo consumidor. Isso, por sua vez, é capaz de aumentar as vendas e os lucros do negócio.

Você está preparado para se tornar uma empresa sustentável ou aperfeiçoar as estratégias e os métodos que utiliza para essa finalidade? Para ajudá-lo nisso, trouxemos as principais tendências no assunto para este ano. Confira!

3 importantes tendências de sustentabilidade para 2022

1. Aumento da energia limpa

O que antes era visto pelos governos como um custo, hoje em dia tornou-se a principal saída para uma possível crise do petróleo no futuro.

O uso de energias limpas vem crescendo a cada ano e com os compromissos internacionais assumidos, a utilização desse tipo de energia será ainda maior. Para o Brasil, espera-se um crescimento de até 30%.

Entre as energias renováveis, temos duas em grande quantidade: a eólica e a solar.

2. Consumo sustentável

A nova geração, ou geração Z, está mais preocupada com a forma de consumo. Além de tendências como o minimalismo, há também uma preocupação real para saber como aquele produto foi feito. 

Metade dos adultos com 30 anos ou menos procuram saber sobre o nível de sustentabilidade das marcas que compram. Por exemplo, eles reaproveitam a água? As fábricas usam energia solar? Tudo isso passa a ser levado em consideração.

3. Crescimento do veganismo

Cada vez mais as pessoas tomam maior consciência sobre o grande consumo de recursos naturais no setor do agronegócio. As fazendas são as maiores consumidoras de água potável.

Assim, muitas pessoas têm se tornado veganas — pessoas que só consomem produtos e alimentos de origem 100% vegetal — e também vegetarianas. Elas visam não só a questão do consumo dos recursos naturais como também o grande sofrimento dos animais que passam por todo o processo do abate até chegar às nossas mesas.

Além dessas importantes tendências em sustentabilidade para 2022 temos também uma mudança no mundo da moda e também com estilo de vida com uma redução do consumo por impulso. Transparência das organizações e visar objetivos além do lucro também fazem parte do pacote.

Quer se tornar uma empresa sustentável ou melhorar os seus processos internos? Entre em contato com a gente e saiba como podemos te ajudar!

ESG e a cadeia de fornecedores

ESG e a cadeia de fornecedores

A sigla ESG vem do inglês e significa Environmental, Social and Governance que, traduzindo, significa Ambiental, Social e Governança.  Está relacionada a três fatores básicos que norteiam uma organização a realizar ações que foquem em sustentabilidade em seus negócios e que promovam impacto social.

Esse termo já ganhou bastante espaço no mundo corporativo e tem se tornado cada vez mais relevante para embasar o planejamento estratégico de uma empresa. Por isso, é importante que as companhias façam uma boa gestão de sua cadeia de fornecedores. Afinal, a escolha dos parceiros de negócio também devem ser socialmente responsáveis e alinhados aos princípios da empresa.

Impacto dentro da sustentabilidade na cadeia de fornecedores 

Impacto financeiro

Atualmente as empresas que realizam investimentos em sustentabilidade têm uma base maior de clientes e têm mais lucratividade. Isso vem ocorrendo pois as pessoas estão optando por adquirir produtos e serviços de empresas que adotem práticas sustentáveis. 

As organizações que investem em ações sustentáveis estão à frente daquelas que não possuem essa cultura e por consequência podem ter uma saúde financeira melhor e mais positiva comparada àquelas que não atuam dessa forma.

Impacto reputacional

Primeiramente, quando o assunto é risco reputacional, trata-se nada da possibilidade da empresa perder valor de mercado devido a práticas não sejam aceitas, seja no âmbito ético, moral, de sustentabilidade, entre outros. 

A gestão da cadeia de fornecedores deve ser feita com assertividade para que seja possível identificar os riscos reputacionais que englobam o ESG. 

Por exemplo, se um fornecedor que a sua empresa contratou realizar alguma atividade ilegal que prejudique o meio ambiente, sua empresa também estará diretamente ligada de certa forma a esse ato. Consequentemente, isso pode acarretar na diminuição do seu valor de mercado, sem falar dos outros riscos.

Portanto, é importante ficar claro que o impacto reputacional está diretamente ligado à sustentabilidade na cadeia de fornecedores.

Impacto operacional

Outra questão importante em que é preciso se atentar é o risco operacional. Este é risco relacionado à rotina da companhia, como por exemplo um prestador de serviços terceirizado que não cumpre regras ambientais e tem sua atividade suspensa pela autoridade competente. No entanto, o fornecedor que realiza suas atividades baseado nos pilares do ESG, dificilmente terá problemas como esse. 

Benefícios em investir na sustentabilidade na cadeia de fornecedores

Conforme mencionado anteriormente, os consumidores vêm adotando hábitos de consumo diferentes, fazendo com que as empresas adotem práticas que estejam de acordo com os novos comportamentos. 

Pesquisas mostram que mais de 80% dos consumidores acreditam que as empresas têm obrigação de ajudar a melhorar o meio ambiente e que mais de 60% destes consumidores estão muito preocupados com as questões de poluição, uso de embalagens biodegradáveis, etc.

No que diz respeito à regulação, cada vez mais os governos estão atuando de acordo com as questões ambientais, ou seja, as empresas que não realizarem ações que estejam relacionadas a ESG estarão cada vez mais restritas para operar no mercado.

Portanto, adotar práticas como essas será cada vez mais exigido para que as empresas possam sobreviver a longo prazo e gerar resultados mais positivos.. 

A cadeia de fornecedores deve adotar tais práticas assim como as empresas, afinal, empresas que possuem relação de trabalho com empresas terceiras sem a due diligence, podem ser bastante impactadas. 

Concluímos que, é primordial fazer uma ótima gestão de fornecedores e escolher cuidadosamente quem será seu parceiro, para ter certeza de que este compartilhe das mesmas visões de negócio que a sua empresa. 

Saiba como implementar a sustentabilidade na cadeia de fornecedores 

Existem algumas maneiras de implementar os conceitos do ESG na cadeia de fornecedores. Mas, uma forma bastante efetiva é criar questionários e formulários com questões sobre ações sustentáveis e ambientais para que os fornecedores possam responder.

Outra estratégia que pode ser colocada em prática é solicitar uma documentação relacionada aos produtos e serviços que esse fornecedor oferece. Por exemplo, se ele vende produtos alimentícios em embalagens de plástico, existem certificados que garantem que essa embalagem é certificada e produzida de forma sustentável.

Clique aqui e entre em contato conosco para saber como implementar.

 

Sustentabilidade no Agronegócio

Sustentabilidade no Agronegócio

As práticas de sustentabilidade relacionadas ao agronegócio englobam ações de preservação ambiental nas atividades agrícolas, e também a implantação de novas tecnologias e metodologias sustentáveis nas atividades do campo.

Nesse contexto, a sustentabilidade no setor agrícola tem como objetivo produzir alimentos de boa qualidade, proteger a biodiversidade, fazer uso de adubos naturais, dentre outros. A sustentabilidade no Agronegócio hoje em dia não é mais apenas um diferencial competitivo, é requisito de mercado, uma vez que cada vez mais países regulamentam e aumentam sua fiscalização de práticas de sustentabilidade na compra de produtos agrícolas.

O que é agricultura sustentável?

A agricultura sustentável pode ser considerada como aquela que respeita o meio ambiente e as questões sociais, além de ser economicamente viável. 

Para que a agricultura seja sustentável, ela deve ter como objetivo a capacidade de suprir as necessidades de produção e a qualidade de vida de todos.

Qual é a relação entre o agronegócio e a sustentabilidade?

Primeiramente, podemos dizer que a sustentabilidade e o meio ambiente têm sido os temas centrais do agronegócio nos últimos anos.

Muitos profissionais da área como agricultores, agrônomos e pesquisadores têm procurado processos de produção agrícola que possam unir os pilares que norteiam a sustentabilidade, além de assegurar o bom nível de produtividade agrícola e o lucro para os produtores.

Dessa forma, o agronegócio apostou na modernização e consequentemente, estimulou o investimento em pesquisas no setor. Além disso, promoveu o impulsionamento de tecnologias sustentáveis, visando aumentar a produtividade e o retorno financeiro.

Assim, ao adotar essas e outras ações tornaram possível o fornecimento de produtos de mais qualidade e confiança ao consumidor.  E também diminui os impactos socioambientais e econômicos com a finalidade de garantir o bem-estar da população e o equilíbrio de todos os processos de produção.

Como praticar a sustentabilidade no agronegócio?

Algumas práticas podem ser adotadas que tornam possível a sustentabilidade no agronegócio. Uma delas é a aplicação de técnicas que evitam a poluição da água, do ar e do solo, por exemplo. Outra forma é reduzir o uso de adubo que tenha química e eliminar pesticidas.

Além disso, podem ser instalados sistemas de captação de água das chuvas para a irrigação, fazer uso de energia limpa e utilizar técnicas de reciclagem.

Outro ponto importante é não realizar o desmatamento e seguir às leis trabalhistas relacionadas aos trabalhadores que atuam no campo.

Sustentabilidade estratégica

Muito além das práticas operacionais, a sustentabilidade deve ser vista do ponto de vista estratégico. Trazer para o centro da estratégia aspectos ESG e de Sustentabilidade, faz com que a empresa conheça e gerencie melhor seus riscos e oportunidades de uma forma mais ampla.

Atuação SGS Setor Agrícola

A SGS atua no Setor Agrícola com Certificações de Sustentabilidade que agregam valor à empresa e seus produtos como Bonsucro, Renovabio, ISCC.

Além das Certificações, ajudamos as empresas a definirem e implantarem seu sistema de gestão de Sustentabilidade, desenvolver sua estratégia de comunicação de Sustentabilidade e definir indicadores ESG. A SGS também está atuando fortemente com os mais diversos setores na descarbonização da economia e poderá ajudar o Setor Agrícola e identificar riscos e oportunidades relacionadas à gestão de carbono.  

O que é RenovaCalc e como ela funciona?

O que é RenovaCalc e como ela funciona?

Você já ouviu falar em RenovaCalc? Se ainda não, vamos abordar sobre esse assunto neste artigo, mas para entender melhor, primeiramente vamos falar um pouco sobre Renovabio. 

Todas as atividades de trabalho e de rotina deixam um rastro ambiental no planeta, ou seja, a pegada de carbono representa a quantidade de gás carbônico que emitimos nas atividades diárias. Até mesmo a produção de etanol, que é um biocombustível, provoca emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) na atmosfera, afetando as questões climáticas devido ao aquecimento global.

O que é Renovabio?

O RenovaBio é uma política pública que visa a promoção do aumento do uso dos biocombustíveis no Brasil, a partir de modelos de produção mais sustentáveis. Dessa forma, é possível estimular a diminuição de GEE, contribuindo para o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil na COP21. 

Com o intuito de dar suporte a este Programa, foi determinada uma metodologia e uma ferramenta para calcular a intensidade de carbono dos biocombustíveis, que tem como direcionamento a Avaliação de Ciclo de Vida atribucional, com alocação por critério energético. 

A ferramenta em questão chama-se RenovaCalc, e foi estruturada com o objetivo de avaliar diferentes rotas de produção de biocombustíveis sendo eles: 

  • biodiesel;
  • biometano;
  • bioquerosene;
  • etanol de cana-de-açúcar; 
  • etanol de milho.

Avaliação de Ciclo de Vida

Trata-se da aplicação de um método com base científica, que possui padronização baseada em normas técnicas internacionais, que permite a análise dos impactos ambientais de um produto durante todo o seu ciclo de vida.

Atualmente no Brasil, estão em vigor as seguintes normas e especificações técnicas da ABNT(Associação Brasileira de Normas Técnicas) relacionadas à Avaliação de Ciclo de Vida:

  •  ISO 14040:2014 “Gestão ambiental – ACV – Princípios e Estrutura” (ABNT 2014a);
  • ISO 14044:2014 “Gestão ambiental – ACV – Requisitos e orientações” (ABNT 2014b);
  • ISO/TS 14067:2015 “GEE – Pegada de carbono de produtos – Requisitos e orientações sobre quantificação e comunicação” (ABNT 2015b); 
  • ISO 14025:2015 “Rótulos e declarações ambientais – Declarações ambientais de Tipo III – Princípios e procedimentos” (ABNT 2015a).

Salientando que as três primeiras normas são referências para o Programa RenovaBio. Tendo em vista que, a ISO/TS 14067:2015 têm como norte as duas normas anteriores, porém trata especificamente das características que ajudam na quantificação e comunicação da pegada de carbono de produtos, que é de interesse específico do RenovaBio. 

Embora um estudo de Avaliação de Ciclo de Vida completo deva abordar diversas categorias relacionadas ao impacto ambiental, à proteção de recursos naturais, de sistemas ecológicos e da saúde da população, no Programa RenovaBio abrange-se apenas a categoria “Mudança do Clima”.

Como a RenovaCalc faz a mensuração?

A RenovaCalc que mede a performance ambiental das usinas que fazem parte da Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio). 

A ferramenta calcula a ACV e sua Intensidade de Carbono (IC), que somados totalizam a Nota de Eficiência Energético-Ambiental, que permitirá acesso aos Créditos de Descarbonização (CBios).

Quais os efeitos que a RenovaCalc analisa?

A RenovaCalc verifica os impactos ambientais da cadeia produtiva agrícola, abrangendo do consumo de energia elétrica até a quantidade de óleo diesel utilizado para movimentar equipamentos e de adubo nitrogenado aplicado na cana-de-açúcar. 

Ao inserir todos os dados de sua produção na ferramenta, as usinas conseguem fazer o cálculo de sua emissão total. Por isso, que todo o processo que diminua ou evite a emissão de gás carbônico fóssil afeta de forma positiva a Nota de Eficiência Energético-Ambiental.

SGS Sustentabilidade e Certificação Renovabio

Saiba mais sobre os critérios que englobam a certificação Renovabio:

  • Uma nova política para biocombustíveis, tornando o mercado de etanol mais competitivo e diminuindo as emissões de gases de efeito estufa.
  • Atualmente em consulta pública, se tornará um processo de certificação funcionando através de créditos por descarbonização, exigindo um controle rigoroso sobre a produção de combustíveis.
  • No atual momento, toda preparação é importante para se tornar um dos primeiros a serem certificados no programa Renovabio, nossa equipe está acompanhando de perto todas as atualizações do projeto e está pronta para tirar qualquer dúvida e iniciar esse processo.

Você pode acompanhar as últimas notícias sobre o Renovabio em nosso blog, onde apresentamos como a certificação funciona e também oferecemos o E-BOOK Gratuito que você pode baixar aqui.

 

Pegada de Carbono

Pegada de carbono: Veja os impactos para a sua empresa

O volume todo de gases de efeito estufa (GEE) gerado pelas atividades econômicas e rotineiras é conhecido como pegada de carbono.

Trata-se de um indicador relacionado ao meio ambiente que visa medir as emissões diretas e indiretas de elementos como:  o óxido nitroso (N2O), o metano (CH4), os perfluorados (PFCs), os hidrofluorocarbonetos (HFCs), o hexafluoreto de enxofre (SF6), incluindo o composto que mais contribui para o aquecimento global que é o dióxido de carbono (CO2).

Conhecer sobre a pegada de carbono é fundamental para que pessoas e empresas possam adotar medidas necessárias com o objetivo de reduzi-la ao máximo, uma vez que isso também depende da atuação de todos. 

Calcule a sua pegada de carbono 

Normalmente as empresas elaboram um inventário para quantificar as suas emissões de GEE com a finalidade de diminuir custos. Além disso, colocam em prática as estratégias necessárias que contribuem com a diminuição do aquecimento global e com a preservação do meio ambiente.

Estudos apontam que os Gases de Efeito Estufa estão aumentando e contribuindo muito para as mudanças climáticas da Terra. 

O inventário é essencial para uma empresa ter noção da quantidade de gases que ela emite de acordo com a atividade realizada. 

A organização que já tem em sua cultura o hábito de elaborar um inventário de Gases de Efeito Estufa de forma profissional conquista vários benefícios como reconhecimento no mercado atual e dos stakeholders, gerando mais valor à marca e demonstrando compromisso com a sociedade ao fazer a gestão dos impactos de suas atividades. Além de ter mais facilmente uma base de dados para elaborar plano de ação com a finalidade de reduzir e compensar as emissões de gases GEE.

Ao implementar essas práticas, além de serem benéficas para o meio ambiente, as empresas também ganham através da redução no custo.

A pegada de carbono das empresas 

O mundo corporativo realiza muitas atividades que geram GEE durante seus processos de fabricação, transmissão ou consumo de energia. Nesse caso, as organizações geralmente têm a opção de diminuir ou compensar sua pegada de carbono. Veja as possíveis formas:

  • Investindo na melhoria de sua eficiência energética, através do consumo de energia de origem renovável;
  •  Investindo em projetos relacionados ao meio ambiente e fazendo campanhas de conscientização e promoção ambiental;
  • Através do pagamento de impostos verdes ou até mesmo na aquisição de toneladas de CO2 no mercado de emissões, entre outras ações.

A SGS pode ajudar sua empresa para realizar uma avaliação de emissões de GEE

A SGS é acreditada pela CGCRE (INMETRO) para ISO 14064 e Programa Brasileiro GHG Protocol. Além de fazer a verificação de inventários de emissão de Gases de Efeito Estufa, elabora também projetos de redução de emissões para organizações de todos os setores.

De certificação ISO à serviços completos de verificação, diagnóstico, elaboração de relatório e projetos de redução de GEE, as soluções SGS de sustentabilidade, promovem a melhoria real da eficiência operacional e abrem oportunidades de novas linhas de investimento.

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O ESG e a matriz de materialidade

O ESG e a matriz de materialidade

Quando o assunto é sustentabilidade empresarial e práticas do ESG, é muito importante fazer o uso de uma ferramenta chamada matriz de materialidade. Conforme surgem as questões ambientais e sociais e as empresas acabam sendo inseridas também nesse contexto, torna-se valioso contar com a materialidade para
elaborar o planejamento estratégico.

O que é uma Matriz de Materialidade?

Primeiramente, é essencial saber o que de fato é e qual o objetivo de uma Matriz de Materialidade. Na verdade, trata-se do processo de conhecimento dos temas mais importantes para a empresa, sempre baseado na estratégia de negócio e também na percepção dos stakeholders sobre os impactos.

Outro ponto importante que a matriz de Materialidade permite é avaliar e analisar cada assunto para minimizar custos e elevar a participação da organização no mercado. Além disso, ela ajuda no gerenciamento de riscos, além de gerar oportunidades de negócio através da identificação de temas relevantes como serviços e modelos que possam melhorar o fator de margem de lucro, preço, etc.

Os assuntos também podem ser detectados através do envolvimento com os públicos internos e externos, benchmarking da área de sustentabilidade e análise dos meios de comunicação. Veja a seguir:

Engajamento de stakeholders

Todo negócio possui seus públicos externos: comunidade, fornecedores, concorrentes, etc) e internos (colaboradores, comitê de conselho, diretoria, acionistas, etc). Todavia, cada stakeholder possui suas respectivas preocupações e expectativas para com a atuação da companhia.

Uma das alternativas é fazer reuniões e grupos de discussão para saber quais assuntos cada público acredita ser mais relevante. Entretanto, o recomendado é que os stakeholders participem do processo desde o início da fase de definição de temas, pois assim eles participam do processo de materialidade em todas as etapas.

Análise dos meios de comunicação

Ao analisar as mídias de comunicação, é viável identificar assuntos pelos quais a companhia é mais elogiada ou criticada. Muitas agências de comunicação fazem esse tipo de trabalho e podem auxiliar as empresas nessa análise. A imagem e a reputação da empresa giram em torno das matérias e notícias que são publicadas e chegam ao grande público.

A partir de uma boa pesquisa de boas práticas, engajamento com os públicos internos e externos e análise dos meios de comunicação se consegue fazer um levantamento de diversos temas que são importantes para a organização ou para um stakeholder.

Matriz de Materialidade e o GRI

Sabemos que é de extrema importância reportar os dados de ESG e realizar esta atividade com objetividade e clareza é imprescindível. O Global Reporting Initiative (GRI) é um dos indicadores mais relevantes para o ESG. Nesse sentido, uma das exigências do GRI para a elaboração de relatórios voltados para a sustentabilidade é a presença da Materialidade.

A Matriz de Materialidade precisa de dados de qualidade

Um erro que muitas companhias cometem é usar a Matriz de Materialidade somente para cumprir os requisitos do GRI, ou seja, acabam não dando a devida atenção para as oportunidades que podem surgir nem os aprendizados.

Portanto, devido a essa prática, muitas informações acabam sendo colhidas sem o cuidado necessário, e acabam deixando de fora a análise de gestores importantes, gerando uma matriz incompleta e inconsistente. Por isso, para ter a materialidade de forma mais assertiva, é de extrema importância que seja feita muita pesquisa e levantar dados de qualidade. Afinal, a matriz é somente uma maneira de apresentar o resultado de toda esta pesquisa visando identificar os interesses de ESG, no ponto de vista da empresa e dos stakeholders.

Conclusão

Tendo sempre em mente os riscos ambientais, sociais e de governança (ESG), um levantamento de materialidade bem realizado pode ajudar a empresa a identificar os dados mais relevantes de sustentabilidade para a elaboração do relatório não financeiro, além de melhorar a relação da empresa com os stakeholders, inclusive com os investidores.
E a sua empresa, como está em relação ao ESG? Para ter acesso a outros artigos ligados à sustentabilidade, acompanhe nosso blog.

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Sustentabilidade na gestão empresarial

Sustentabilidade na gestão empresarial

Adotar as práticas de sustentabilidade na gestão empresarial é uma forma das empresas obterem lucros sem que precisem prejudicar o meio ambiente e  comprometer o bem-estar da população.

Atualmente as questões ambientais já fazem parte do ambiente corporativo, pois conseguiram mostrar valor não só para a empresa mas para clientes e todos os stakeholders envolvidos. Além disso, já se tornou bem comum as companhias terem interesse em associar seus nomes a projetos ambientes e apoiar iniciativas sustentáveis.

Os pilares da sustentabilidade

Primeiramente, a sustentabilidade é baseada em 3 pilares: Econômico, Ambiental e Social. Sendo que o econômico tem como objetivo os lucros de uma empresa, realizando ações que auxiliem a promoção de um negócio economicamente viável. 

Já o pilar ambiental, é voltado para ações que a companhia adota para diminuir o impacto que suas atividades causam ao meio ambiente. O social está relacionado a colocar em prática ações que impactam positivamente na vida das pessoas envolvidas com a sua empresa, seja colaboradores, comunidade etc. 

As empresas que investem em sustentabilidade ajudam a preservar o meio ambiente e os recursos naturais, além de desenvolver  e proteger a comunidade, permitindo que as próximas gerações desfrutem de um meio ambiente preservado.

Por que  a sustentabilidade na gestão empresarial é importante?

 

  • Minimiza o impacto das atividades empresariais ao meio ambiente

 

Ao adotar uma gestão empresarial com foco sustentável é ter como objetivo proteger o meio ambiente. Portanto, é importante elaborar um planejamento que contemple ações que gerem lucros mas, que evitem danos à natureza. 

As atividades podem ser das mais simples como campanhas para descarte correto de lixo e eliminação do uso de copos descartáveis até as mais elaboradas como implantar sistemas para utilizar água de reuso e mudanças nos processos operacionais para diminuir o descarte de materiais e uso de recursos naturais.

 

  • Proporciona mais qualidade de vida aos envolvidos

 

Uma empresa que adota a sustentabilidade na gestão deve pensar não somente no meio ambiente mas também na qualidade de vida dos seus colaboradores. Dentro de um dos pilares da sustentabilidade, essa questão tem relação direta com o aspecto social em promover um ambiente de trabalho adequado.

Tendo em vista que ambientes de trabalho impróprios e estressantes atuam diretamente na saúde dos colaboradores, prejudicando o desempenho e produtividade, as atividades laborais devem ser realizadas em ambientes apropriados, que estejam associados à segurança, limpeza e bem-estar de todos.

 

  • Permite uma gestão financeira mais eficiente

 

Além de ajudar o meio ambiente, essas práticas podem ajudar a reduzir custos da empresa. Por exemplo: consumo consciente de água e luz pode impactar diretamente nas finanças corporativas. Outra dica é repensar o consumo de papel e aproveitamento de materiais. Além disso, analisar alguns processos internos que contribuam para algum gasto excessivo pode ser revisto e alterado para ser mais eficiente e menos oneroso.

 

  • Fortalece a imagem da empresa

 

Hoje em dia as pessoas estão muito preocupadas com estas questões relacionadas à sustentabilidade e por isso muitas delas optam por consumir produtos e serviços de empresas que se preocupam e atuam fortemente de forma sustentável. 

Pesquisas mostram que mais de 80% dos consumidores brasileiros optam por comprar de marcas sustentáveis. Isto é, toda e qualquer ação da empresa pode ser avaliada pelo público de forma mais exigente.

Por isso, a sustentabilidade na gestão empresarial pode resultar em escalabilidade de vendas e novas oportunidades, uma vez que essa ação esteja alinhada  às necessidade dos clientes. 

Considerações Finais

Resumindo, o conceito de desenvolvimento sustentável está diretamente ligado a outro grande conceito: a responsabilidade social. Afinal, não haverá crescimento econômico em longo prazo sem desenvolvimento social e também sem cuidado ao meio ambiente. 

Todos os pilares da sustentabilidade devem ser considerados de formas iguais, pois eles estão interligados e um depende do outro para que sejam gerados bons resultados tanto para a empresa quanto para a sociedade.

Diversas empresas têm desenvolvido projetos socioambientais ao longo dos últimos anos, porém, ainda existe um questionamento da geração de valor dos mesmos e os próximos passos a serem seguidos. A Política de Sustentabilidade vem direcionar e priorizar as ações de sustentabilidade da sua empresa além de revelar novas oportunidades.

A SGS consultoria pode lhe ajudar a trilhar esse caminho da sustentabilidade alinhada às metas e aspirações de sua empresa.

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