BIE - Banco de Imagens Externas da Agência Senado.

Com risco de escassez de água, parlamentares propõem combate ao desperdício. Os parlamentares ouviram especialistas e avançaram na votação de projetos para promover o uso racional de recursos hídricos.

O Projeto de Lei do Senado (PLS) 112/2013, que tem esse objetivo, foi aprovado no primeiro semestre pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e que aguarda deliberação da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), onde será votado em decisão terminativa.

Crédito: Pedro França/Agência Senado

Pegada Hídrica: Marca do consumo de água do brasileiro é de 154 litros por dia

BIE – Banco de Imagens Externas da Agência Senado.

Segundo o sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, do Ministério das Cidades, cada brasileiro consome, em média, 154 litros de água diariamente, algo bem distante dos 110 litros que a ONU define como um bom padrão.

Esse número reflete o consumo bruto de água, que aparece em nossas contas mensais, referente a um uso direto da água. Porém existe uma forma mais precisa para medir o consumo, através da pegada hídrica. Quem explica é o analista do programa de Ciências e Iniciativa de Águas da ONG WWF, Bernardo Caldas Oliveira.

“É uma metodologia desenvolvida por diversas instituições e ela dá um pulo para uma avaliação do nosso consumo indireto. O quanto de água precisamos pra ter nosso telefone, nosso computador. Ela é uma ferramenta que traz informações sobre nossa demanda, nossa pegada por água.”

Apesar de termos a 7° maior economia do Mundo, nossa pegada hídrica individual passa de 2 milhões de litros de água por ano. Na China, a maior economia do Mundo, a pegada hídrica é praticamente a metade. Bernardo Oliveira explica o que é levado em consideração para calcular a pegada hídrica:

“Além de considerar a água necessária para a produção, também considera o quanto de água a gente vai precisar para diluir a poluição gerada para produzir aquele produto. Um consumo consciente desses produtos pode vir a reduzir o consumo de água, por exemplo, naquele município, naquela bacia, naquele país.”

A importância da água é evidente para o homem e, por isso, a Pegada Hídrica é uma iniciativa de caráter essencial e urgente nas organizações. Preservar os recursos hídricos é a única maneira de garantir o acesso às fontes de água no futuro.

Vale dizer que a Pegada Hídrica possui métodos de avaliação e cálculos que podem ser aplicados a todos os tipos de processos e cadeias produtivas, além de também ser aplicável a consumidores, países e organizações em geral.

Fonte: radioagencianacional

Falando sobre pegada hídrica, vamos realizar uma palestra no maior evento sobre água do Mundo, o 8° Fórum Mundial da Água, venha conhecer! O evento acontecerá em Brasília, que contará com um fórum aberto para o público e uma EXPO para empresas e instituições.

Data: 18 a 23/03

Horário: 9h às 18h

EXPO: Pavilhão Suíço – Estande E15, no Estádio Mané Garrincha

Feira: Centro de Convenções Ulysses Guimarães

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RenovaCalc é apresentada a empresas em São Paulo

Foto dos participantes do workshop – Foto: Marcos Vicente – Embrapa

CLIPPING

A Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) foi palco das discussões do I Workshop para Validação da RenovaCalc, a ferramenta para o cálculo da intensidade de carbono dos biocombustíveis do RenovaBio.

O evento, ocorrido nos dias 28 de fevereiro e 1o de março, foi uma ação da Embrapa em parceria com o Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol – CTBE, a Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, o Agroicone, o Ministério de Minas e Energia – MME, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT. O objetivo foi realizar o alinhamento entre os diferentes atores das cadeias de biocombustíveis quanto à regulamentação do RenovaBio, no que se refere à contabilidade de carbono dos biocombustíveis e sua certificação.

Contou com 135 representantes de empresas e entidades ligadas ao setor de biocombustíveis, orientando-as a se prepararem para o processo de certificação. Ainda, apresentou a forma de preenchimento da RenovaCalc, com exemplos, indicando parâmetros sensíveis para a contabilidade de carbono e possibilidades de mudança no sistema produtivo, para a obtenção de ganhos expressivos no tocante às emissões – a chamada indução para ganhos de eficiência das usinas. Esse diálogo, antes da consulta pública do RenovaBio, foi considerado pelos inscritos como muito importante para o aprimoramento do domínio dos processos do programa.

Conforme destacou Luciano Rodrigues – gerente da área de economia da União das Indústrias de Cana-de-açúcar – Unica, o grupo de trabalho responsável pela RenovaCalc tem empreendido esforços louváveis no sentido de propiciar uma ampla abertura ao diálogo com o setor, elemento fundamental para o bom andamento do processo, traduzido pelo expressivo estágio de desenvolvimento da RenovaCalc. “Agora aguardaremos a divulgação do decreto que irá estabelecer quais órgãos do executivo, bem como as agências reguladoras, que serão responsáveis para cada uma das etapas do Programa. Ainda, esperamos que as discussões sobre as metas decenais, com definição programada até o mês de junho, avancem de forma significativa”, disse.

Para a pesquisadora da Embrapa, Marília Folegatti, que coordena o grupo técnico de Avaliação de Ciclo de Vida do RenovaBio, os próximos passos relacionados à RenovaCalc serão processar adequações, em função das sugestões recebidas no evento e concluir a nota técnica que a descreve. Este conjunto irá a consulta pública, como documentação anexa a uma Resolução da ANP. Em paralelo, o IBICT trabalhará para converter a RenovaCalc e seu Banco de Dados de apoio em um sistema informatizado.

Como moderadora do debate, a pesquisadora Nilza Patrícia Ramos destacou a riqueza do material compilado no evento, fruto da participação expressiva dos presentes, com questionamentos técnicos que permitiram ampla discussão e esclarecimento a respeito da metodologia e dos parâmetros usados na RenovaCalc. “Foi muito gratificante para a equipe do GT-ACV a recepção da RenovaCalc por parte dos representantes presentes, que após assistirem as simulações de algumas rotas de biocombustíveis, se valeram da oportunidade para sugerir alterações e melhorias na ferramenta”.

De acordo com o chefe geral da Embrapa Meio Ambiente, Marcelo Morandi, o evento foi uma oportunidade ímpar de interação com o setor produtivo nesta etapa de validação da RenovaCalc, que vem sendo construída pela equipe do GT-ACV há mais de um ano. “A expressiva participação de todos os técnicos presentes ao workshop demonstra o interesse do setor produtivo no programa e a disposição em contribuir para sua construção”.

Biocombustíveis e as oportunidades para o País

Há uma busca recorrente no mundo por soluções que reduzam as emissões de gases de efeito estufa (GEE). Nesse propósito, não há solução padrão. Cada país analisa internamente as aptidões e características mais vantajosas que possui como competividade comparativa, com base na infraestrutura, recursos naturais e financeiros de que dispõe, para encontrar a melhor solução.
Nesse contexto, para o Brasil, os biocombustíveis são uma opção muito importante, pois sua produção é uma atividade economicamente viável, há ampla disponibilidade deste produto e grande potencial de expansão de produção. Assim, os biocombustíveis se apresentam como uma alternativa efetiva para se reduzir as emissões de GEE no contexto brasileiro.

Para Alessandro Gardemann, presidente executivo da ABiogás – Associação Brasileira de Biogás e Biometano, o RenovaBio é um programa ambicioso, que está se tornando referência para outras economias, emergentes ou consolidadas. “Todo este cenário é encarado pelo setor como uma grande oportunidade para criarmos, de fato, uma indústria de combustíveis renováveis no Brasil, a partir de resíduos ou de outras matérias-primas, provocando as usinas e empresas a pensarem em novas rotas de produção e eficiências energética”, disse.
Na mesma linha, o diretor superintendente da Ubrabio, Donizete Tokarski, vê o programa voluntário como uma grande oportunidade para os produtores de biodiesel, uma vez que o Brasil importa parte do diesel fóssil que consome nas operações internas de logística e transporte. “O RenovaBio aponta para a transição da nossa matriz energética para um sistema mais limpo e renovável com os biocombustíveis e o biodiesel possui um papel muito importante nesse processo. ”

Com relação às características de produção do biodiesel na contabilidade da RenovaCalc, Donizete pondera a necessidade de se considerar os diversos aspectos da produção do biocombustível, que convive com diversas entradas de matérias-primas, provindas de um grande número de produtores. Ainda conforme ele, de forma distinta dos produtores de etanol, os produtores de biodiesel não produzem a sua matéria-prima, que é adquirida de terceiros. “É preciso considerar essas diferenças que existem entre os mercados, para uma avaliação da melhor forma de contabilizar isso, para que tenhamos uma participação expressiva dos produtores de biodiesel já nessa primeira etapa do programa, com o grau de exigência do Programa sendo aprimorado ao longo das próximas fases”, disse.

Próximos passos

De acordo com o superintendente adjunto de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos da Agência Nacional de Petróleo – ANP, Pietro Mendes, após a coleta de sugestões para o programa, a ANP vai trabalhar no aperfeiçoamento da minuta de Resolução e da Nota Técnica, que tratam da Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) dos biocombustíveis e da sua certificação. “Esses documentos irão compor uma consulta e audiência pública, onde todos os agentes poderão formalmente apresentar as sugestões e propostas de alteração que serão avaliadas pela ANP”, explicou ele.

O passo seguinte será a publicação desta Resolução, para o início da primeira fase do programa. Segundo Mendes, já há uma resolução para o credenciamento das empresas inspetoras dos dados inseridos na RenovaCalc.
Posteriormente, inicia-se a segunda fase de regulamentação do programa, que será a definição das metas de redução de GEE. A ANP será a responsável, a partir da meta geral, por discriminar, com base no marketing share, a meta individual de cada distribuidora, que norteará a compra de CBios. Nesse ponto, o programa estará totalmente estabelecido.

Como o programa RenovaBio é voluntário, as empresas interessadas em obter a nota de eficiência ambiental poderão contratar uma das empresas inspetoras credenciadas para realizar a verificação da ACV de seus processos.
“A primeira parte do programa tem previsão para funcionar ainda em 2018 e as empresas poderão realizar a avaliação de seus processos e contratar a inspeção para a obtenção da nota de eficiência ambiental. Somente a partir do segundo semestre de 2019, as empresas serão obrigadas a cumprir as metas de descarbonização e, portanto, comprar os CBios – já que a emissão desses papéis ainda carece de regulamentação”, explicou Mendes.

Fonte: embrapa

APRESENTAÇÃO SLIDES INGLES

Venha para nossa palestra no 8° Fórum Mundial da Água

Já está preparado para o maior evento sobre água do Mundo? Preparamos uma palestra sobre os riscos da falta de água para o seu negócio, abordando diversos temas como descarte de efluentes, controles e pegada hídrica.

Dia 21/03 às 16:30
ESTANDE E15

Inscreva-se já no evento e venha conhecer!
https://www.facebook.com/events/599332127072282/

O 8° Fórum Mundial da água é o maior evento relacionado à água do Mundo e esse ano será realizado pela primeira vez no Brasil, em Brasília no Estádio Nacional Mané Garrincha. Estamos muito contentes em confirmar nossa presença na EXPO e o convidamos para vir conhecer mais sobre o evento e juntos discutir sobre diversas soluções para o tema que podem ajudar sua empresa.

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Mostra no CCBB Brasília aborda o tema água sob recorte cultural

Clipping

No mês em que a cidade recebe o 8º Fórum Mundial da Água, a mostra “Planeta Água” chega ao CCBB Brasília com uma programação de filmes, debates, palestra, shows e apresentação de dança.
Com o objetivo de abordar diversos aspectos relacionados à temática hídrica, serão apresentados documentários e filmes dos cinco continentes sobre a relação do homem com a água, sob um recorte da ótica cultural.
Os filmes traçam um panorama do pensamento mundial sobre a situação da água em várias regiões do planeta. A mostra é uma maneira de comunicar, conscientizar, inspirar e motivar pessoas a mudar seus estilos de vida e valorizar uma de nossas maiores riquezas.
O evento acontece do dia 1º ao dia 18 de março. Confira a programação completa no site do CCBB. Entrada gratuita.
Fonte – worldwaterforum8

O 8° Fórum Mundial da água é o maior evento relacionado à água do Mundo e esse ano será realizado pela primeira vez no Brasil, em Brasília no centro de convenções Ulysses Guimarães. Estamos muito contentes em confirmar nossa presença na EXPO e o convidamos para vir conhecer mais sobre o evento e juntos discutir sobre diversas soluções para o tema que podem ajudar sua empresa.

Conheça mais sobre o 8° Fórum Mundial da Água em:
https://www.facebook.com/events/599332127072282/

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Evento em Salvador se prepara para o 8° Fórum Mundial da Água

O 8° Fórum Mundial da Água está se aproximando e diversos projetos estão sendo feitos para a chegada desse grande evento. Um deles é o “Rumo a Brasília 2018”, uma reunião preparatória que tem como objetivo abordar diversos temas antes do Fórum, como por exemplo, os múltiplos usos da água e conflitos que são criados pelo recurso.

Salvador irá receber a última edição do evento “Rumo a Brasília 2018” no dia 02 de março, com participações de Cássio Peixoto, secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento da Bahia (SIHS/BA); Sergio Ayrimoraes, superintendente de Planejamento de Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas (ANA) entre outros.

O objetivo geral do encontro é integrar academia, governo, empresas, associações e organizações não governamentais e vozes da sociedade civil para produzir propostas e soluções nas esferas econômicas, política, tecnológica e cultural para levar aos debates em Brasília.

Rumo a Brasília 2018 é uma iniciativa da Seção Brasileira do Conselho Mundial da Água e acontece em cinco capitais brasileiras e duas latino-americanas. O evento já foi sediado pelas cidades de Belém, Belo Horizonte, Tijuana (México) e Santiago (Chile), São Paulo e Foz do Iguaçu. A cidade de Salvador receberá a última edição antes do 8º Fórum Mundial da Água.

Rumo a Brasília 2018

02 de março

9h às 18h

Centro de Eventos do SENAI CIMATEC

Av. Orlando Gomes, 1845, Piatã – Salvador

Site: http://www.rumoabrasilia2018.com.br/index.php

Entrada franca

O 8° Fórum Mundial da água é o maior evento relacionado à água do Mundo e esse ano será realizado pela primeira vez no Brasil, em Brasília no centro de convenções Ulysses Guimarães. Estamos muito contentes em confirmar nossa presença na EXPO e o convidamos para vir conhecer mais sobre o evento e juntos discutir sobre diversas soluções para o tema que podem ajudar sua empresa.

Conheça mais sobre o 8° Fórum Mundial da Água em:
https://www.facebook.com/events/599332127072282/

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Socicana, certificada pela SGS, é destaque na revista CanaOnline

Em Janeiro de 2018, na capital da Nicarágua, Manágua, o maior evento sobre agronegócio do Mundo aconteceu, a Bonsucro Week. Trata-se de uma conferencia anual que desde 2013 já passou por diversos países como Estados Unidos, Filipinas e Brasil. O evento reuniu representantes da indústria sucroenergética brasileira e de diversos outros países para discutir melhores práticas de produção.

Neste ano um dos pontos altos foi a presença da Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil (ORPLANA) e de duas associadas: a Asobari e a Socicana. Em todos os anos durante a Bonsucro Week, é realizado o Prêmio Bonsucro Inspire, que reconhece contribuições exemplares para o setor de cana-de-açúcar sustentável, e estamos muito contentes em anunciar que a Socicana, que conta com nossa certificação Bonsucro foi a vencedora do ano.

O programa “Top Cana” da Socicana em parceria com a Solidaridad Network foi o vencedor do ano, no qual os produtores participam de um diagnóstico de produção e da propriedade, identificando possíveis pontos de melhoria em todo o processo. Para o presidente da entidade, Bruno Rangel Geraldo Martins, “ganhar um prêmio Bonsucro é como receber um Oscar no setor de certificações, e a Socicana está comemorando esta conquista junto com seus associados”.

Acompanhe a reportagem na revista CanaOnline de fevereiro, página 10:
http://www.canaonline.com.br/edicao/edicao51-portal-canaonline-fevereiro2018.html

Fonte: CanaOnline

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Fórum Mundial da Água

O 8° Fórum Mundial da água é o maior evento relacionado à água do Mundo e esse ano será realizado pela primeira vez no Brasil, em Brasília no centro de convenções Ulysses Guimarães. Estamos muito contentes em confirmar nossa presença na EXPO e o convidamos para vir conhecer mais sobre o evento e juntos discutir sobre diversas soluções para o tema que podem ajudar sua empresa.

O evento reúne cerca de 400 instituições relacionadas à temática de recursos hídricos em aproximadamente 70 países, sendo o conselho composto de representantes de governos, da academia, sociedade civil e de empresas e organizações não governamentais.

Conheça mais sobre o evento em:
https://www.facebook.com/events/599332127072282/

Sunset oil pump in the field

Temas Críticos para 2018 – Ambiente e desenvolvimento

O ano de 2018 se inicia e grandes questões ambientais estão sendo levantadas para 2018 e entre elas estão alguns pontos preocupantes do ano anterior tais como o aumento das emissões globais de carbono, os desastres naturais, o abandono dos EUA no Acordo do Clima de Paris entre outros temas. Alguns desses principais tópicos críticos podem ser vistos com mais detalhes abaixo.

Poluição do ar:

Os governos tem demonstrado grande preocupação com a qualidade do ar. Em 2017 a China, um dos países que mais emitem gás carbônico no Mundo conseguiu reduzir a poluição do ar de Pequim em 20%. Outros países como a Índia também demostraram interesse na criação de novas políticas sustentáveis, porém não se sabe como essas políticas estão funcionando, ou sequer estão sendo aplicadas. É preciso monitorar tais políticas para os resultados se tornarem mais concretos.

Petróleo

A energia derivada do petróleo está de fato em decadência, porém ainda é muito forte em países como EUA. Muitas empresas estão buscando fontes alternativas viáveis para substituir o petróleo tais como a Tesla, a Volvo e a Ford. O setor automotivo, por exemplo, está desenvolvendo carros elétricos cada vez melhor otimizados. Com essa nova postura, as companhias petroleiras também estão buscando soluções para contribuir com o meio ambiente e reduzir suas emissões.

Água

A crise hídrica é uma realidade que pode atingir 33 países até 2040 de acordo com projeções. A ONU pode adotar uma resolução que irá reconhecer a questão da escassez de água na prevenção de conflitos. A falta de água é um problema global que pode gerar deslocamento em massa de pessoas e conflitos civis.

Saída dos EUA do acordo do clima de Paris

O presidente americano Donald Trump anunciou no dia 1° de junho de 2017, que vai retirar os EUA do acordo do Cima de Paris, essa decisão vai contra a maior parte da opinião pública do país. Trump justifica a saída como uma forma de preservar a economia americana que ainda depende de fontes de petróleo, gases e queima de carvão. Com a saída dos EUA, a quantidade de emissões pode aumentar consideravelmente, assim como pode incentivar outros países a saírem do acordo com o medo de serem afetadas economicamente.

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Telhado solar, uma realidade

A Tesla, empresa do empreendedor Elon Musk, havia anunciado que em 2017 começaria a produção das telhas fotovoltaicas, porém só agora no começo de 2018 a produção foi oficializada. As telhas estão sendo produzidas em uma fabrica em Nova York no momento, e Musk já disse que a demanda é alta.

Além de fabricar carros elétricos, a Tesla está buscando soluções sustentáveis para um futuro melhor, onde tudo se conectará através de serviços Tesla. O telhado na imagem acima poderia ser confundido por um telhado comum, porém essas são as novas telhas que reinventam o design da telha solar.

O design das telhas tradicionais é um tanto quanto grosseiro e evidencia a existência de um telhado solar. A Tesla propôs algo mais moderno, onde ninguém é capaz de discernir as telhas fotovoltaicas na casa. A ideia é se igualar visualmente a uma residência comum.

(modelos de telhas fotovoltaicas)

Dessa vez o empreendedor Elon Musk trabalhou na criação de telhas fotovoltaicas que apesar de terem a aparência de telhas feitas de barro ou pedra, são feitas de vidro temperado e texturizado. A resistência do telhado é três vezes maior do que de telhas comuns, mas o material é completamente translúcido, atravessado pela luz com uma perda de apenas 2%. Dali, a luz é transmitida para células solares, que ficam escondidas debaixo das telhas. É por isso que esse telhado solar da Tesla é esteticamente mais bonito do que os que estamos acostumados a ver.

O Solar Roof vai custar US$21,85 por metro quadrado, sendo US$2,65 mais barato do que uma telha comum nos EUA. O projeto todo inclui a intercalação de telhas comuns e solares, pois não é necessário que todas sejam capazes de produzir energia. Tudo vai depender do projeto de cada casa e sua respectiva necessidade energética, tendo um valor customizável.

Esperamos que com a popularização dessa tecnologia, a produção se barateie ainda mais, sendo possível a expansão desse mercado para outros países como o Brasil que possui um enorme potencial para desenvolver fontes de energia sustentáveis. Faltam apenas mais incentivos e reconhecimento por parte do governo.

Mais de 25% da Terra ficará mais seca mesmo se aquecimento global for limitado a 2ºC, diz estudo

 

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Mais de um quarto da superfície terrestre da Terra se tornará “significativamente” mais seca mesmo se a humanidade conseguir limitar o aquecimento global a 2ºC, o objetivo estabelecido no Acordo de Paris, disseram cientistas nesta segunda-feira (1).

Com o aquecimento de 2ºC, que pode ser atingido entre 2052 e 2070, entre 24% e 32% da superfície terrestre total se tornará mais seca.

Mas se contivermos o aquecimento médio a 1,5ºC – a meta mais baixa inscrita como ideal no Acordo de Paris sobre o clima -, esta porção diminui para entre 8% e 10%, concluíram os pesquisadores em um estudo publicado na revista científica Nature Climate Change.

A 1,5ºC, partes do sul da Europa, sul África, América Central, Austrália costeira e Sudeste Asiático – áreas que abrigam mais de um quinto da humanidade – “evitariam aridificações significativas” previstas para o cenário de 2ºC, afirmou o coautor do estudo Su-Jong Jeong, da Southern University of Science and Technology em Shenzhen, China.

“Conquistar 1,5º C seria uma ação significativa para reduzir a probabilidade de aridificação e impactos relacionados”, disse à AFP.

Jeong e uma equipe usaram projeções de vários modelos climáticos, sob diferentes cenários de aquecimento, para prever padrões de seca terrestre.

A aridificação é uma ameaça importante, acelerando a degradação da terra e a desertificação, e a perda de plantas e árvores cruciais para a absorção do gás do efeito estufa dióxido de carbono.

Também intensifica as secas e incêndios florestais, e afeta a qualidade da água para cultivar e beber.

 

Fonte: France Presse

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RenovaBio recebe sanção Presidencial

O RenovaBio recebeu a assinatura final do Presidente da República. Michel Temer deu o aval ao RenovaBio na manhã de ontem (dia 27), através da publicação no Diário Oficial da União (DOU).

A tramitação do RenovaBio foi muito acelerada entre os parlamentares. Ela foi encaminhada à Câmara dos Deputados em 14 de novembro, tramitando em regime de urgência na Câmara e no Senado Federal. Totalizando menos de dois meses desde a efetiva apresentação do PL.

A lei foi publicada com alguns vetos parciais. Entre eles foi retirada a possibilidade de redução da meta individual para o Norte e Nordeste para evitar um cenário prejudicial à livre concorrência evitando a entrada de produtores em outras regiões não atingidas pelo benefício.

 

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Senado aprova RenovaBio

 

Depois da tramitação em regime de urgência na Câmara dos Deputados e no Senado, o RenovaBio foi aprovado pelos senadores federais e será encaminhado para o Presidente da República.

O presidente Michel Temer tem agora um prazo de 15 dias para sancionar ou vetar o projeto.

O RenovaBio vai atender os compromissos do Brasil sobre o acordo climático de Paris. Através dele será possível uma expansão do uso de biocombustíveis e aumentar a participação competitiva na matriz energética.